{"id":1403,"date":"2026-03-10T07:11:00","date_gmt":"2026-03-10T10:11:00","guid":{"rendered":"https:\/\/gruporgeventos.com.br\/?p=1403"},"modified":"2026-03-16T08:32:38","modified_gmt":"2026-03-16T11:32:38","slug":"mulheres-na-linha-de-frente-da-ciberseguranca-por-que-ampliar-a-presenca-feminina-e-uma-decisao-estrategica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gruporgeventos.com.br\/index.php\/2026\/03\/10\/mulheres-na-linha-de-frente-da-ciberseguranca-por-que-ampliar-a-presenca-feminina-e-uma-decisao-estrategica\/","title":{"rendered":"Mulheres na linha de frente da ciberseguran\u00e7a: por que ampliar a presen\u00e7a feminina \u00e9 uma decis\u00e3o estrat\u00e9gica"},"content":{"rendered":"\n<p>Em um cen\u00e1rio global marcado por ataques sofisticados, uso crescente de intelig\u00eancia artificial por grupos criminosos e disputas geopol\u00edticas no ambiente digital, a presen\u00e7a feminina na ciberseguran\u00e7a deixou de ser apenas uma pauta de diversidade \u2014 tornou-se um tema estrat\u00e9gico para governos e empresas.<\/p>\n\n\n\n<p>Dados recentes do estudo&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.isc2.org\/Research\/Workforce-Study\">ISC\u00b2 Cybersecurity Workforce Study 2025<\/a>&nbsp;mostram que as mulheres representam cerca de 24% da for\u00e7a de trabalho global em ciberseguran\u00e7a, percentual que cresce lentamente apesar do d\u00e9ficit estimado de milh\u00f5es de profissionais no setor. O relat\u00f3rio completo pode ser consultado aqui:<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.weforum.org\/reports\/global-cybersecurity-outlook-2026\/\">Global Cybersecurity Outlook 2026<\/a>, do World Economic Forum, aponta que a escassez de talentos qualificados continua sendo um dos principais fatores de risco para organiza\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas, especialmente diante da complexidade crescente das amea\u00e7as digitais: O diagn\u00f3stico \u00e9 claro: falta gente qualificada \u2014 e ampliar a participa\u00e7\u00e3o feminina n\u00e3o \u00e9 apenas uma quest\u00e3o de equidade, mas de capacidade operacional e resili\u00eancia institucional.<\/p>\n\n\n\n<p>Estudos recentes refor\u00e7am que equipes diversas tendem a tomar decis\u00f5es mais equilibradas e identificar riscos com maior amplitude. O relat\u00f3rio Deloitte Global \u2013 Women in Cyber 2025 destaca que organiza\u00e7\u00f5es com maior diversidade de g\u00eanero em \u00e1reas t\u00e9cnicas apresentam melhor desempenho em governan\u00e7a e gest\u00e3o de risco digital:<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para Jos\u00e9 de Souza Junior, diretor do&nbsp;<a href=\"https:\/\/gruporgeventos.com.br\/index.php\/blog\/\">Grupo RG Eventos<\/a>&nbsp;e especialista em Ciberseguran\u00e7a e Governan\u00e7a Digital, o debate precisa avan\u00e7ar para al\u00e9m da estat\u00edstica.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cA ciberseguran\u00e7a n\u00e3o \u00e9 apenas uma disciplina t\u00e9cnica. Ela envolve an\u00e1lise de risco, leitura institucional e tomada de decis\u00e3o sob press\u00e3o. Equipes plurais ampliam a capacidade de antecipar cen\u00e1rios e reduzir pontos cegos\u201d<\/em>, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ele, em opera\u00e7\u00f5es cr\u00edticas, como grandes eventos internacionais, f\u00f3runs diplom\u00e1ticos e ambientes de miss\u00e3o estrat\u00e9gica, a diversidade de pensamento \u00e9 um fator concreto de seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cEm ambientes de alta criticidade, n\u00e3o podemos trabalhar com vis\u00f5es homog\u00eaneas. Quanto maior a pluralidade de perspectivas, maior a capacidade de identificar vulnerabilidades antes que elas se tornem incidentes.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O avan\u00e7o da intelig\u00eancia artificial generativa tamb\u00e9m exige novas compet\u00eancias no setor. O relat\u00f3rio Global Gender Gap Report 2025, do World Economic Forum, aponta que mulheres continuam sub-representadas nas \u00e1reas de tecnologia emergente, incluindo seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o e intelig\u00eancia artificial:<br><\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo, ataques baseados em IA, deepfakes e automa\u00e7\u00e3o maliciosa elevam o n\u00edvel de sofistica\u00e7\u00e3o das amea\u00e7as. Isso exige equipes multidisciplinares que integrem conhecimento t\u00e9cnico, jur\u00eddico, regulat\u00f3rio e estrat\u00e9gico.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cSeguran\u00e7a digital hoje \u00e9 governan\u00e7a. N\u00e3o basta proteger sistemas; \u00e9 preciso proteger reputa\u00e7\u00e3o institucional, dados sens\u00edveis e estabilidade operacional. Isso demanda compet\u00eancias diversas, inclusive na lideran\u00e7a<\/em>\u201d, destaca Jos\u00e9 de&nbsp;<a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/patrocinado\/dino\/noticia\/2025\/12\/17\/ciberseguranca-brasileira-ganha-forca-durante-a-cop30-1.ghtml\">Souza Junior, do Grupo RG Eventos<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o ganha ainda mais relev\u00e2ncia em grandes eventos internacionais, onde redes tempor\u00e1rias, credenciais digitais, autoridades e imprensa internacional ampliam a superf\u00edcie de ataque.<\/p>\n\n\n\n<p>Relat\u00f3rios recentes da Ag\u00eancia da Uni\u00e3o Europeia para a Ciberseguran\u00e7a (ENISA), como o ENISA Threat Landscape 2025, refor\u00e7am que eventos de grande porte se tornaram alvos estrat\u00e9gicos para grupos organizados e atores patrocinados por Estados:<\/p>\n\n\n\n<p>Nesses contextos, a presen\u00e7a de mulheres em \u00e1reas como governan\u00e7a digital, an\u00e1lise de intelig\u00eancia e coordena\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica tem se mostrado cada vez mais relevante.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cA seguran\u00e7a de um evento n\u00e3o depende apenas de tecnologia. Depende de coordena\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e capacidade de decis\u00e3o integrada. Mulheres t\u00eam ocupado posi\u00e7\u00f5es fundamentais nesse processo \u2014 e isso precisa se tornar regra, n\u00e3o exce\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>, afirma o diretor do&nbsp;<a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/patrocinado\/dino\/noticia\/2025\/12\/19\/grupo-rg-eventos-desenvolve-produto-proprio-de-nocsoc-1.ghtml\">Grupo RG Eventos<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar dos avan\u00e7os, barreiras persistem: falta de incentivo em STEM desde a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, menor presen\u00e7a em cargos de lideran\u00e7a t\u00e9cnica e desigualdade de oportunidades em \u00e1reas estrat\u00e9gicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Especialistas defendem que a solu\u00e7\u00e3o passa por tr\u00eas frentes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Investimento em forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica voltada a meninas e jovens mulheres<br><\/li>\n\n\n\n<li>Programas de mentoria e lideran\u00e7a em ciberseguran\u00e7a<br><\/li>\n\n\n\n<li>Inser\u00e7\u00e3o feminina em conselhos e comit\u00eas de governan\u00e7a digital<br><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Mais do que ampliar n\u00fameros, trata-se de fortalecer a capacidade de resposta a riscos sist\u00eamicos.<\/p>\n\n\n\n<p>No m\u00eas em que se discute o protagonismo feminino, o setor de ciberseguran\u00e7a enfrenta um paradoxo: nunca precisou tanto de profissionais qualificados e, ao mesmo tempo, ainda aproveita pouco o potencial feminino dispon\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Jos\u00e9 de Souza Junior, o caminho \u00e9 claro:&nbsp;<em>\u201cA amplia\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a feminina na ciberseguran\u00e7a n\u00e3o \u00e9 uma pauta simb\u00f3lica. \u00c9 uma decis\u00e3o estrat\u00e9gica para qualquer organiza\u00e7\u00e3o que leve a s\u00e9rio a prote\u00e7\u00e3o de seus dados e sua soberania digital.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Em um ambiente onde a pr\u00f3xima amea\u00e7a pode surgir em segundos \u2014 impulsionada por intelig\u00eancia artificial, disputas geopol\u00edticas ou engenharia social sofisticada \u2014 ampliar a diversidade deixou de ser um gesto institucional. Tornou-se um imperativo de seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia mais em:<\/strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.segs.com.br\/info-ti\/442460-mulheres-na-linha-de-frente-da-ciberseguranca-por-que-ampliar-a-presenca-feminina-e-uma-decisao-estrategica\">https:\/\/www.segs.com.br\/info-ti\/442460-mulheres-na-linha-de-frente-da-ciberseguranca-por-que-ampliar-a-presenca-feminina-e-uma-decisao-estrategica<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em um cen\u00e1rio global marcado por ataques sofisticados, uso crescente de intelig\u00eancia artificial por grupos criminosos e disputas geopol\u00edticas no ambiente digital, a presen\u00e7a feminina na ciberseguran\u00e7a deixou de ser apenas uma pauta de diversidade \u2014 tornou-se um tema estrat\u00e9gico para governos e empresas. Dados recentes do estudo&nbsp;ISC\u00b2 Cybersecurity Workforce Study 2025&nbsp;mostram que as mulheres representam cerca de 24% da for\u00e7a de trabalho global em ciberseguran\u00e7a, percentual que cresce lentamente apesar do d\u00e9ficit estimado de milh\u00f5es de profissionais no setor. O relat\u00f3rio completo pode ser consultado aqui: J\u00e1 o&nbsp;Global Cybersecurity Outlook 2026, do World Economic Forum, aponta que a escassez de talentos qualificados continua sendo um dos principais fatores de risco para organiza\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas, especialmente diante da complexidade crescente das amea\u00e7as digitais: O diagn\u00f3stico \u00e9 claro: falta gente qualificada \u2014 e ampliar a participa\u00e7\u00e3o feminina n\u00e3o \u00e9 apenas uma quest\u00e3o de equidade, mas de capacidade operacional e resili\u00eancia institucional. Estudos recentes refor\u00e7am que equipes diversas tendem a tomar decis\u00f5es mais equilibradas e identificar riscos com maior amplitude. O relat\u00f3rio Deloitte Global \u2013 Women in Cyber 2025 destaca que organiza\u00e7\u00f5es com maior diversidade de g\u00eanero em \u00e1reas t\u00e9cnicas apresentam melhor desempenho em governan\u00e7a e gest\u00e3o de risco digital:&nbsp; Para Jos\u00e9 de Souza Junior, diretor do&nbsp;Grupo RG Eventos&nbsp;e especialista em Ciberseguran\u00e7a e Governan\u00e7a Digital, o debate precisa avan\u00e7ar para al\u00e9m da estat\u00edstica. \u201cA ciberseguran\u00e7a n\u00e3o \u00e9 apenas uma disciplina t\u00e9cnica. Ela envolve an\u00e1lise de risco, leitura institucional e tomada de decis\u00e3o sob press\u00e3o. Equipes plurais ampliam a capacidade de antecipar cen\u00e1rios e reduzir pontos cegos\u201d, afirma. Segundo ele, em opera\u00e7\u00f5es cr\u00edticas, como grandes eventos internacionais, f\u00f3runs diplom\u00e1ticos e ambientes de miss\u00e3o estrat\u00e9gica, a diversidade de pensamento \u00e9 um fator concreto de seguran\u00e7a. \u201cEm ambientes de alta criticidade, n\u00e3o podemos trabalhar com vis\u00f5es homog\u00eaneas. Quanto maior a pluralidade de perspectivas, maior a capacidade de identificar vulnerabilidades antes que elas se tornem incidentes.\u201d O avan\u00e7o da intelig\u00eancia artificial generativa tamb\u00e9m exige novas compet\u00eancias no setor. O relat\u00f3rio Global Gender Gap Report 2025, do World Economic Forum, aponta que mulheres continuam sub-representadas nas \u00e1reas de tecnologia emergente, incluindo seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o e intelig\u00eancia artificial: Ao mesmo tempo, ataques baseados em IA, deepfakes e automa\u00e7\u00e3o maliciosa elevam o n\u00edvel de sofistica\u00e7\u00e3o das amea\u00e7as. Isso exige equipes multidisciplinares que integrem conhecimento t\u00e9cnico, jur\u00eddico, regulat\u00f3rio e estrat\u00e9gico. \u201cSeguran\u00e7a digital hoje \u00e9 governan\u00e7a. N\u00e3o basta proteger sistemas; \u00e9 preciso proteger reputa\u00e7\u00e3o institucional, dados sens\u00edveis e estabilidade operacional. Isso demanda compet\u00eancias diversas, inclusive na lideran\u00e7a\u201d, destaca Jos\u00e9 de&nbsp;Souza Junior, do Grupo RG Eventos. A discuss\u00e3o ganha ainda mais relev\u00e2ncia em grandes eventos internacionais, onde redes tempor\u00e1rias, credenciais digitais, autoridades e imprensa internacional ampliam a superf\u00edcie de ataque. Relat\u00f3rios recentes da Ag\u00eancia da Uni\u00e3o Europeia para a Ciberseguran\u00e7a (ENISA), como o ENISA Threat Landscape 2025, refor\u00e7am que eventos de grande porte se tornaram alvos estrat\u00e9gicos para grupos organizados e atores patrocinados por Estados: Nesses contextos, a presen\u00e7a de mulheres em \u00e1reas como governan\u00e7a digital, an\u00e1lise de intelig\u00eancia e coordena\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica tem se mostrado cada vez mais relevante. \u201cA seguran\u00e7a de um evento n\u00e3o depende apenas de tecnologia. Depende de coordena\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e capacidade de decis\u00e3o integrada. Mulheres t\u00eam ocupado posi\u00e7\u00f5es fundamentais nesse processo \u2014 e isso precisa se tornar regra, n\u00e3o exce\u00e7\u00e3o\u201d, afirma o diretor do&nbsp;Grupo RG Eventos. Apesar dos avan\u00e7os, barreiras persistem: falta de incentivo em STEM desde a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, menor presen\u00e7a em cargos de lideran\u00e7a t\u00e9cnica e desigualdade de oportunidades em \u00e1reas estrat\u00e9gicas. Especialistas defendem que a solu\u00e7\u00e3o passa por tr\u00eas frentes: Mais do que ampliar n\u00fameros, trata-se de fortalecer a capacidade de resposta a riscos sist\u00eamicos. No m\u00eas em que se discute o protagonismo feminino, o setor de ciberseguran\u00e7a enfrenta um paradoxo: nunca precisou tanto de profissionais qualificados e, ao mesmo tempo, ainda aproveita pouco o potencial feminino dispon\u00edvel. Para Jos\u00e9 de Souza Junior, o caminho \u00e9 claro:&nbsp;\u201cA amplia\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a feminina na ciberseguran\u00e7a n\u00e3o \u00e9 uma pauta simb\u00f3lica. \u00c9 uma decis\u00e3o estrat\u00e9gica para qualquer organiza\u00e7\u00e3o que leve a s\u00e9rio a prote\u00e7\u00e3o de seus dados e sua soberania digital.\u201d Em um ambiente onde a pr\u00f3xima amea\u00e7a pode surgir em segundos \u2014 impulsionada por intelig\u00eancia artificial, disputas geopol\u00edticas ou engenharia social sofisticada \u2014 ampliar a diversidade deixou de ser um gesto institucional. Tornou-se um imperativo de seguran\u00e7a. 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