O uso de dispositivos de terceiros como vetores de espionagem estatal força organizadores a adotarem o modelo de ‘Confiança Zero’ para proteger comunicações confidenciais e infraestruturas seguras

Em 2026, a ciberespionagem utiliza dispositivos de terceiros para acessar redes governamentais em eventos internacionais. Diante desse cenário, o Grupo RG Eventos adotou o modelo de Diplomacia Zero Trust (Confiança Zero), garantindo que a hospitalidade oferecida à imprensa não comprometa a segurança nacional.
“A implementação deste modelo é, antes de tudo, uma medida de compliance e proteção de ativos intangíveis do Estado. No conceito Zero Trust, partimos do princípio de que nenhum dispositivo deve receber confiança automática”, declara José de Souza Junior, diretor jurídico do Grupo RG Eventos.
A arquitetura isola completamente a rede da sala de imprensa das redes diplomáticas. “Embora a sala de imprensa seja um ambiente de cooperação internacional, do ponto de vista técnico ela precisa ser tratada como uma rede hostil. O desafio é oferecer conectividade sem criar qualquer tipo de túnel para a rede interna do governo”, afirma o especialista.
O modelo defendido pelo grupo inclui a autenticação contínua, onde o acesso inicial não confere privilégios permanentes ao usuário. Para José de Souza Junior, diretor jurídico do Grupo RG Eventos, a diplomacia digital exige o uso de ferramentas de NOC e SOC para evitar vazamentos, mantendo a guarda absoluta sobre os segredos do Estado. Ele ressalta que a eficácia desta estratégia reside na invisibilidade da proteção, garantindo que o perímetro de segurança permaneça impenetrável contra ataques cibernéticos sofisticados.
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